Faltam apenas alguns dias para eu completar 30 anos e me olhando no espelho mais cedo pude notar uma ruga aqui, uma marca de expressão ali, mas olhando dentro dos meus olhos, notei, que ainda me sinto aquela menina de 15 anos.
Fazer 30 anos... é passar da quantidade à qualidade... E tenho prova disso a cada dia... É passar do espaço ao tempo... É mais que poder olhar para trás. É perceber que tudo que passei na minha vida me fez aprender e me tornar a mulher que sou hoje.
Quem sou eu? Uma filha muito amada de Deus! Fiz coisas que jamais imaginaria ter feito, e poucas, que realmente gostaria de fazer.
Todos os anos, nessa época, já apresento naturalmente uma forte tendência a pensar na vida, em tudo que fiz, que construí e como foi o ano que passou. O tempo tem passado rápido e me consumido. Quando percebo, mais um ano se foi. Normalmente, as pessoas associam esse tipo de reflexão ao reveillon. Prefiro ligá-la ao dia em que completo mais um ano de vida. Afinal de contas, esse é o meu reveillon.
Gosto de agradecer todos os dias pela dádiva que é viver. O simples fato de acordar cedo e levantar da cama já me enche de esperanças e de alegria, por mais que me tirar da cama seja, algumas vezes, bem difícil, percebo que tenho muito mais a agradecer do que pedir.
Em 30 anos a gente aprende muito. Eu aprendi a amar, aprendi a ser feliz e ver o quanto há de felicidade nas coisas. Eu amadureci, não tenho mais tanta pressa, porque aprendi a ser mais paciente. Sei que as coisas têm seu tempo e já não quero mais transpô-lo. Cultivei amigos e soube discernir os conhecidos daqueles, que quero levar para a vida inteira.
Desfiz laços. Refiz outros. A minha forma de mensurar e de avaliar as coisas mudou. Eu sei separar o que quero daquilo que, de fato, preciso. Quero colecionar saberes e sentimentos. Elegi prioridades e, com elas, ganhei grandes responsabilidades e desafios. Mas não pode haver nada mais encantador para mim do que me sentir desafiada e capaz de alcançar o que quiser.
Ainda tenho medos, mas sempre vou tê-los. Eles mudam a roupagem, mas nunca nos deixam. Também não pretendo me tornar totalmente destemida. Sofro algumas vezes. Sinto saudades em outras. Choro e fico nostálgica. Isso tudo só me mostra que sou mesmo mulher, com toda a complexidade intrínseca a essa espécie. Na verdade, sinto o maior prazer em sê-la.
Diante de tudo isso, completar 30 anos não é um peso. Não tenho vergonha disso. Pelo contrário. Não quero parecer mais nova. Quero saber viver o que cada idade pode me proporcionar. Sei que estou diante das melhores décadas da minha vida. Enquanto me sentir assim, cheia de vontade e animação ao começar cada novo ano, sei que estarei no caminho certo, vivendo a vida do melhor jeito possível.
Fazer 30 anos... é passar da quantidade à qualidade... E tenho prova disso a cada dia... É passar do espaço ao tempo... É mais que poder olhar para trás. É perceber que tudo que passei na minha vida me fez aprender e me tornar a mulher que sou hoje.
Quem sou eu? Uma filha muito amada de Deus! Fiz coisas que jamais imaginaria ter feito, e poucas, que realmente gostaria de fazer.
Todos os anos, nessa época, já apresento naturalmente uma forte tendência a pensar na vida, em tudo que fiz, que construí e como foi o ano que passou. O tempo tem passado rápido e me consumido. Quando percebo, mais um ano se foi. Normalmente, as pessoas associam esse tipo de reflexão ao reveillon. Prefiro ligá-la ao dia em que completo mais um ano de vida. Afinal de contas, esse é o meu reveillon.
Gosto de agradecer todos os dias pela dádiva que é viver. O simples fato de acordar cedo e levantar da cama já me enche de esperanças e de alegria, por mais que me tirar da cama seja, algumas vezes, bem difícil, percebo que tenho muito mais a agradecer do que pedir.
Em 30 anos a gente aprende muito. Eu aprendi a amar, aprendi a ser feliz e ver o quanto há de felicidade nas coisas. Eu amadureci, não tenho mais tanta pressa, porque aprendi a ser mais paciente. Sei que as coisas têm seu tempo e já não quero mais transpô-lo. Cultivei amigos e soube discernir os conhecidos daqueles, que quero levar para a vida inteira.
Desfiz laços. Refiz outros. A minha forma de mensurar e de avaliar as coisas mudou. Eu sei separar o que quero daquilo que, de fato, preciso. Quero colecionar saberes e sentimentos. Elegi prioridades e, com elas, ganhei grandes responsabilidades e desafios. Mas não pode haver nada mais encantador para mim do que me sentir desafiada e capaz de alcançar o que quiser.
Ainda tenho medos, mas sempre vou tê-los. Eles mudam a roupagem, mas nunca nos deixam. Também não pretendo me tornar totalmente destemida. Sofro algumas vezes. Sinto saudades em outras. Choro e fico nostálgica. Isso tudo só me mostra que sou mesmo mulher, com toda a complexidade intrínseca a essa espécie. Na verdade, sinto o maior prazer em sê-la.
Diante de tudo isso, completar 30 anos não é um peso. Não tenho vergonha disso. Pelo contrário. Não quero parecer mais nova. Quero saber viver o que cada idade pode me proporcionar. Sei que estou diante das melhores décadas da minha vida. Enquanto me sentir assim, cheia de vontade e animação ao começar cada novo ano, sei que estarei no caminho certo, vivendo a vida do melhor jeito possível.

Nenhum comentário:
Postar um comentário